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Aplique estímulos regulares únicos com a duração de 0.1 mseg e uma voltagem variando de 5 milivolts e aumentando de 5 em 5 mV até obter a resposta tudo ou nada (potencial de ação). Determine o valor do estímulo limiar com a precisão de 1 mV aplicando estímulos adicionais de 1 em 1 mV a partir do último valor observado no procedimento anterior que não deu potencial de ação. Meça a amplitude de despolarização local em função de várias voltagens sublimiares (5 em 5 mV). Faça um gráfico da amplitude da resposta local em função da amplitude do estímulo. Por que a resposta local não se propaga? Aplique em seguida estímulos retangulares únicos aumentando de 10 em 10 mV a partir do valor limiar. Observe a amplitude e o formato do potencial de ação resultante (sempre usar duração de 0.1 mseg). Existe alguma alteração
na amplitude do potencial de ação em função
da voltagem do estímulo supra-limiar? Explique
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Ajuste o osciloscópio na sensibilidade vertical em 2 mV por divisão e a velocidade de varredura em 1 mseg` por divisão. Estimule o nervo com pulsos de 0.1 mseg de duração em uma frequência de 15 a 30/seg. Aumente gradualmente a voltagem do estímulo até que o potencial de ação composto apareça. Se o potencial não estiver parado no osciloscópio, altere a velocidade de varredura até que a onda seja obtida. Distingua entre o artefato de estímulo e o potencial de ação. Determine a voltagem do limiar para a maioria das fibras nervosas sensitivas e a registre no Registro de Laboratório. Agora aumente a voltagem de estimulação gradualmente, observando as mudanças no potencial de ação. Você eventualmente alcançará um ponto no qual o potencial não aumentará mais (estímulo máximo). O nervo ciático
segue para a lei do tudo ou nada dos neurônios?
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